Há uns anos, ouvi Manuel Ferreira Patrício descrever a “cidade querida” como sendo a cidade que se ama, mas também a cidade que se quer. Desde então, quando penso a cidade, o espaço urbano e o espaço público, penso sempre nestes termos: a cidade querida! Fruto do resultado das eleições, o Funchal abriu-se ao futuro no passado dia 20, com a tomada de posse do novo executivo municipal, liderado por Pedro Calado. Com a alternância democrática, entra um projeto político que promete acabar com o assistencialismo instalado, que criava uma teia de pequeníssimos interesses, assente na miséria alheia. Fica para trás a exploração da pobreza para efeitos propagandísticos. Acabou-se a manipulação dos interesses dos funchalenses em favor do permanente terrorismo político ao Governo Regional. Deixa de haver a vitimização que tentava ocultar a incapacidade, a incompetência, a inépcia. Terminou o tempo de fazer da capital madeirense o braço armado de António Costa na Madeira, contra os interesse...
Olha que pai babado tão querido! Parabéns Sancho, que haja sempre em vós muita mais dessa felicidade que hoje se vive, transformada e renascida em muitos momentos bons!beijinho!Aline
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